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Julgamento do caso Gritzbach é anulado e terá de recomeçar
Três policiais são acusados pela morte do empresário e delator do PCC
22/06/2026 20h50
Por: Redação Fonte: Agência Brasil

O júri responsável pelo julgamento de três policiais militares acusados de participação na morte do empresário Vinícius Gritzbach foi anulado nesta segunda-feira (22). A defesa dos réus abandonou o plenário após desentendimento com o promotor, e, com isso, houve a dissolução do conselho de sentença.

A medida força a realização de um novo julgamento, que ainda não tem data definida.

Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Antes de ser assassinado, em 2024, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.

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A execução do empresário ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Na tarde de hoje, foram ouvidas sete testemunhas da acusação , mas com o aceite do pedido de invalidação feito pela defesa, esses depoimentos terão de ser refeitos.

A previsão inicial era de cinco dias de julgamento, com 21 testemunhas ouvidas, das quais nove de acusação.

Serão julgados o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos.

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Além do envolvimento na execução de Gritzbach, eles são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local no momento dos tiros, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços dos disparos.